Archive for the 'Lunar: Eternal Blue' Category

Diário de Bordo Lunar Eternal Blue: Capítulo 6c

Pois é, e lá fomos nós com nossa nova melhor amiga, a espetacular dançarina Jean. Adorei essa personagem. Não porque tenha uma história legal ou coisa do tipo. Até porque, que eu saiba, ela não era a garota do Michael Jackson, seu filho não era dele. Ainda não sei sobre seu passado, além do que Jackson canta. Adorei porque ela ataca três vezes a cada rodada, e tem uns especiais que arrancam uma barbaridade de energia, e ainda envenenam pra ficar tirando aos poucos. Muito bom! Acho que foi ela que ensinou o MJ a fazer Moonwalk.

Pena que de começo isso não me ajudou muito. Voltei ao esquema de sobe/desce entra/sai estou-perdido-meu-deus-do-céu! E estou apanhando pra caramba!

Mesmo assim continuei em frente, entrando a esmo em tudo que é passagem, sem a menor idéia do que fazer nem para prosseguir, nem para voltar à caravana (onde havia uma estátua de Althena).

Sorte também que Lucia, ainda me acompanhando, volta e meia resolvia, só de sacanagem, lançar uns feitiços devastadores que me ajudavam um bocado. Mas só de vez em quando. No resto do tempo ela, sádica, ficou se rejubilando em me ver sofrer e defender sua bunda…

Finalmente o Destino sorriu para mim.

Cheguei ao covil da responsável pelo ocorrido, uma mulher planta chamada Plantala (super original o nome).

 

Por isso que eu só como carne, vegetais são muito perigosos!

 

 

Entrei na luta e, literalmente, fui massacrado. E de novo, e de novo e de novo. Depois da quarta tentativa, soltei a frase mais odiada de quem joga RPG: Tenho que pegar HP! Se você nunca jogou um RPG para vídeo-game, não tem a menor idéia do sentimento por trás desta afirmação. Se já jogou, tenho certeza que está se sentindo como eu na hora e está se condoendo pela situação.

Sem mais a fazer, e perdido, pra variar, fiquei zanzando pelo corredor, pra cima e pra baixo, por uma hora e meia, só batalhando.

Alguns níveis acima (e com MP lá em baixo), resolvi tentar a luta com o monstro de novo. Duas vezes. E o resultado foi o mesmo: não durei muito, até porque a planta evoluiu e mudou de forma.

 

Por que os Chefes em RPGs mudam de forma, POR QUE?????????

 

 

Mais meia hora a esmo batalhando, e fui pra luta. Desta vez, quem massacrou fui eu (MORRA MALDITA, MORRA MORRA MORRAAAAAAAA!!!!!!).

Serviço feito, meus personagens no limite, sem mais recursos para novas batalhas, uma passagem se abriu e ela dava diretamente na caravana. Corri para a estátua de Althena, me curei (e foi um grande alívio), e logo já ia me indo (!), quando Jean disse que ficou alegre em termos derrotado o monstro, achado os desaparecidos e, principalmente, que seus passos de dança serviram para o combate.

Como ela tinha pendências a resolver, da época em que era mestra de Karatê (eita), disse que ia me acompanhar.

Como o Hiro é um idiota e não tem poder de escolha no jogo, não teve jeito, ganhei a companhia de outro personagem. Mas pelo menos ela é mil vezes melhor que a Lucia, fora o fato de que sempre discute com Ruby, gerando diálogos hilários.

Depois tem mais!

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Diário de Bordo Lunar Eternal Blue: Capítulo 6b

É meus amigos, aqui o bicho pegou. Bifurcação daqui, túnel dali, passagem pra lá e pra cá, um inferno. E não só isso. Os inimigos aqui são muito fortes, quase me matam em cada luta. Pra piorar, tem um infeliz de um goblin que fica chamando outros. Teve uma hora que eu tive que resetar, pois tinham mais de doze goblins na luta, e eu tinha gasto todo o meu estoque de herbs e remédios curativos, todo meu MP e, pra fechar com chave de b…@, mesmo que eu saísse vitorioso da luta, não adiantaria nada pois eu estava perdido, andando em círculos.

Pelo menos uma coisa compensou o esforço: os inimigos aqui dão muita, muita experiência, assim como aqueles pontinhos mágicos para salvar ou melhorar as magias.

Pois bem, depois de muito vai e volta, morre e reseta, peguei o jeito do lugar, e então eu passei a andar melhor por lá, assim como consegui evoluir um pouco os meus personagens.

Percebi também que bastava seguir pelas passagens mais perto de baús, que de certa forma marcavam o caminho para sair da floresta. Pena que não eram migalhas de pão, eram baús….

Enfim, consegui “sair” do outro lado. Para minha surpresa, tinha uma caravana de gente perdida na floresta, todos parte de um mesmo circo, todos tentando ir para a cidade do Carnaval, onde ele é comemorado sem parar (vixe, o carnaval já é uma esbórnia do cão uma semana por ano, imaginem como seria se fossem todos os dias!).

A Caravana Perdida. Não no sentido de se perder, se é que me entende.

Ali, conheci Jean, a melhor de todas as dançarinas, ocasião em que houve uma pequena “Guerra dos sexos” durante a conversa entre Hiro, Ruby, Ronfar, e Jean, Ronfar dizendo que queria apenas cinco minutos a sós com Lemina para mostrar o quão homem ele era. Caramba! Se bem que aqui todo mundo é especialista em carnaval, não acho que isso ofenderia a moral deles não.

Apresento orgulhosamente Jean, a dançarina que ataca três veses seguidas!

Contudo, no meio da conversa, fiquei sabendo também que a comitiva sabia como sair da floresta, mas não o fazia pelo simples motivo do caminho estar bloqueado.

Nesta hora, vários dos membros são envolvidos por raízes saídas do chão com enorme rapidez, sendo engolidos pela terra em seguida.

Sem opção, Jean e os outros imploram para que ajudemos a os resgatar, ela dizendo que queria acompanhar meu grupo.

Fazer o quê, né?

E lá fui eu pelo próximo buraco de árvore aberto, achando que logo acharia o causador do transtorno. Ledo engano. Aquele era o meio da floresta, e ainda tinha muito chão e túnel confuso pra percorrer, com um acréscimo, ou melhor, decréscimo: nada de baús pra indicar o caminho.

Não perca a continuação deste diário.

Diário de Bordo Lunar Eternal Blue: Capítulo 6a

Saindo da cidade em direção ao norte, no único caminho disponível, encontramos a Floresta das Ilusões… Rapaz, esse Hiro é muito besta pra se arriscar assim pela Lucia.

 

Não, não é esta a Floresta. Mas como eu não tirei nenhuma scan...

Enfim, entramos todos. Para minha surpresa, não há batalhas neste ponto, mas também não há saída nenhuma, só a própria entrada. Pelo menos isso, não estou trancado aqui.

Escafunchando mais um pouco, encontrei um lenhador perto de uma estátua de Althena.

Grupo curado, fui falar com o dito cujo.

Pra variar, ele está puto da vida com Ronfar pois, advinhem só, perdeu dinheiro para ele em apostas de dados!

Ronfar, malandrão, sabe que o lenhador conhece os caminhos ocultos da Floresta (também, que lenhador é realmente um lenhador que não conhece a floresta de onde tira seu sustento, hein, hein?), e por isso pede que ele os ensine.

O lenhador diz que sim, caso ganhe uma aposta de dados. Bestão. Como ele obviamente perde, ele nos enfeitiça para que possamos ver os buracos que ele cavou nas árvores, que dão em um intrincado complexo labiríntico subterrâneo. Maravilha, tudo que eu precisava!

Meu amigo, eu não lembro de ter passado um aperreio assim em uma dungeon de RPG desde as Minas de Moria em Tales of Phantasia. Isso aí, Tales of Phantasia, não Senhor dos Anéis. Acho que os nomes dos lugares, com anões abandonados, monstros ocultos, segredos subterrâneos e imensas galerias é coincidência, só pode ser. Afinal, quem copiaria uma das maiores obras de fantasia de todos os tempos?

Bom, voltando a Lunar, logo que eu entrei nos túneis, Leo chega na floresta e manda passar pente fino em tudo. Como ele não foi enfeitiçado pelo lenhador, não descobre os caminhos ocultos e vai embora, pra fazer as coisas do jeito mais fácil: me pegar do outro lado, passando por cima da floresta com a Destiny.

Mal sabia o sufoco que passaria… Acompanhe no próximo capítulo, desta vez com imagens, eu acho!

Diário de Bordo Lunar Eternal Blue: Capítulo 5

Hora de Resgatar Lucia!

Mas não com tanta pressa… vamos explorar a cidade.

O pessoal da cidade só tinha dois assuntos: ou reclamava que perdeu dinheiro pro Ronfar, ou reclamando que o culto de Althena não é mais como era antigamente, que só quer saber é de receber dinheiro dos fiéis, cada vez mais e mais.

Como Ronfar já está comigo, dei um pulinho no culto de Althena e, ora vejam só, tudo o que eles dizem é que devo doar para a deusa, que ela precisa da minha contribuição, e que quanto mais eu doar melhor será minha vida…

Estranho, acho que eu já ouvi falar de religiões assim aqui perto de casa.

Cidade explorada, hora de resgatar a Lucia.

Aprendam isso rapazes: as mulheres JAMAIS podem ser prioridade na sua vida. Aja assim e será mais feliz, e, paradoxalmente, elas ainda estarão ao seu lado.

Poupando horas de trabalho, a Destiny está estacionada logo ao lado da cidade. Lindo.

Entrei na abordagem discreta de “procurar e destruir”. Mesmo assim, cada guarda que eu vencia dava um trabalho enorme, razão por que eu sempre voltava e me curava nas estátuas de Althena.

Chegando finalmente no local onde Lucia está presa, vejo um guarda falando com Leo que não acredita como ela pode realmente ser o tal “Destroyer”, pois ela é tão delicada, seu rosto tão belo… opinião esta compartilhada por todos os soldados que ficaram para trás vigiando a cidade e a parte externa da Destiny.

Leo, macaco velho e modelo de conduta, diz que o soldado está sendo tolo, que ele já viu diversos homens de valor cair de encantos por mulheres belas e sem valor, flores sem perfume, sereias que os atraiam para a morte com seu belo canto e lindo rosto.

Bem, não nessas palavras, pois eu não lembro exatamente o teor da conversa, mas o sentido foi exatamente este.

Antes de continuarmos, um desvio: porque será que em quase todos os RPGs, nunca jogamos com o personagem Fodão, tendo que nos contentar com os panacões que acabaram de sair das fraldas? Questão existencial esta.

Já nos “finalmentes”, libertamos Lucia de sua cela, nos escondemos, Leo chega para verificar se ela ainda está lá, e então o trancamos.

Leo fica profundamente triste com a traição de seu grande amigo, Ronfar, este dizendo que sente estar fazendo a coisa certa. Já Lucia diz que quer encontrar-se com Althena na cidade sagrada de Pentagulia, onde descobriu ser a sede do culto da supracitada deusa.

Hiro, panacão, diz que vai ajudá-la e escoltá-la até lá. A única voz da razão nesse momento é a fala sarcástica de Ruby, que diz para Hiro não fazer isso, que é loucura, que Lucia é uma desconhecida que pode ser um monstro, e daí pra baixo.

Mesmo assim, Hiro decide ajudá-la.

Nada restando a se fazer, vamos para Pentagulia.

Mas os portos estão fechados, só é possível ir para lá “de a pé”, e andando só há um caminho: a temida Floresta das Ilusões.

Continua…

Diário de Bordo Lunar Eternal Blue: Capítulo 4c

Com Lucia sumida, saí feito um desembestado pela cidade a procurando, todo mundo com informações sobre ela, mas nenhuma informação de ONDE ela está, só comentários sobre seu vestido esquisito e seu comportamento ainda mais.

A achando, vejo que ela fala sozinha, dizendo que este não pode ser o mundo maravilhoso que Althena criou, cheio de cores e vida, pois de onde estava, só se via o deserto e areia, nada mais.

Cortesia aqui de uma cena de anime/sprites muito bela.

Dizendo isso, diz que precisa vê-la o quanto antes, e que por isso vai se separar de Hiro e Ronfar (assim como de Ruby), e vai embora.

Porém, Leo, o capitão da Nau voadora Destiny, aparece e a seqüestra!

Nããããããoooooo!!!!!

Amanhã tem mais.

Diário de Bordo Lunar Eternal Blue: Capítulo 4b

Continuando, logo após Ronfar trazer nos braços Lucia para sua casa, e Ruby falar um monte, Ronfar pede para que todos durmam onde quiserem, enquanto Lucia dormirá na sua cama.

Opa, sem maldade!

Ronfar dorme no chão, no outro cômodo. Ele é mulherengo, não um aproveitador miserável.

Para surpresa geral, quem aparece pra dar um “oi” na manhã seguinte é ninguém menos que Leo, o capitão da Nau voadora Destiny.

Ronfar, que se revela um antigo amigo de Leo dá aquela enrolada marota nele, e, depois de dispensá-lo, resolve ajudar Lucia, mesmo sabendo que assim trairá sua amizade com Leo, que a esta altura já sabe que o Destroyer não é um monstro, e sim uma mulher, Lucia.

Se bem que eu conheço gente que conhece gente que diz que algumas mulheres são os piores monstros que existem, mas…

Leo, atordoado pelo seu passado, que ao que parece tem semelhanças com a situação atual, decide nos ajudar, e manda que passemos todos pela porta secreta aos fundos de sua casa, que dá para uma caverna.

Tal caverna, diz ele, leva diretamente à entrada lateral da igreja do Culto de Althena, onde em frente à estatua da própria ele tentará quebrar a maldição de Lucia.

Uma digressão: “as estátuas que curam”, que eu tanto citei, são na verdade estátuas de Althena. Descobri nesse momento!

Althena, Althena, Althena. como é esquisito escrever esse nome, quase sai automaticamente Athena…

Na igreja, Ronfar revela o porque de não ser mais curandeiro e sacerdote do culto de Althena.

No passado, ele não pode salvar Mauri, uma mulher que amava, afligida pelo mesmo mal que acometeu Althena.

Confira aí como é a cena na versão PlayStation, que eu não joguei (hehehe):

Fazendo um esforço sobre humano, Ronfar cura parcialmente Lucia, ao que todos nos dirigimos novamente para sua casa para descansar da jornada feita, afinal, que caverna é caverna que não tem monstros que arrancam metade da energia? =)

Depois da noite agitada e mal dormida, Hiro acorda, vai dar bom dia para sua flor-do-dia de cabelos azuis e, aí Jesus, onde é que ela está?

Sumiu.

Será que Leo a seqüestrou?

Não percam as emoções dos próximos capítulos!

Diário de Bordo de Lunar Eternal Blue: Capítulo 4a

Olá!

Bem vindos à mais um capítulos do diário de bordo deste grande jogo, Lunar: Eternal Blue.

Este pedaço, bem, foi enrolado!

Saindo do Pináculo Azul, todos nos dirigimos para casa, para cuidar de Lucia.

Gwayn tentou, em vão, pesquisar entre seus livros uma cura para a maldição que a afligia. Aceitando sua impotência no caso, disse que eu devia procurar um curandeiro especializado do culto da deusa Althena, Ronfar.

Segundo as últimas notícias que ouvira dele, ele se encontrava em Larpa. Disse também que desta vez não nos acompanharia, pois estava velho demais para aventuras desse tipo.

Pra variar, chegar lá foi um sufoco, pois a Lucia está “no bico do corvo” e eu não tenho feitiço de cura.

Chegando, a sorte é que tinha uma estátua curadora logo na entrada.

Falando com os transeuntes sobre o paradeiro de Ronfar, ninguém me ajudou, só reclamou de um apostador contra o qual perderam muito dinheiro em apostas escusas.

Apostador? Só há um lugar onde encontram-se tipos como esse: o bar!

Lá fui eu, perguntar por Ronfar, achei o tal apostador (e também mulherengo), que disse que se eu ganhasse dele ele me diria o que quero, mas, que coincidência, sempre que ele rolava os dados, ele ganhava.

Sem mais o que fazer, fui conhecer a cidade, uma simpática locação no meio do deserto. Comprei novas armas e armaduras, conheci seu prefeito miserável, que me roubou quinhentos contos só por uma informação sobre Ronfar, dizendo que não o conhecia, e achei a casa do dito cujo, trancada, na frente da qual econtrava-se um bilhete dizendo que a transformaria em outra coisa, como depósito, zoológico, o que seja, e muitos doentes, implorando por socorro de doenças das mais esquisitas e engraçadas.

Voltei pro bar, e conversei de novo com o apostador. Nesta hora, Lucia desmaia, o apostador percebe que ela está realmente doente e resolve cuidar dela.

Sim, o apostador é Ronfar.

 

It's me, Ronfar!

 

 

Que irônico, um sacerdote curandeiro apostador e mulherengo…

Continua no próximo capítulo.