Archive for the 'Análises de Mercado' Category

Nintendo e sua atuação no mercado: minha singela análise

Eu gostava mais de você quando seu logo era vermelho e seus consoles não passavam da casa dos dois bits

“Aquele que consegue concentrar suas fileiras em um só objetivo será vitorioso” – capítulo III, parágrafo 27

“Se consigo apurar as disposições do inimigo e, simultaneamente, oculto-lhe as minhas, então posso concentrar-me e ele terá de se dividir; e se eu me concentro enquanto ele se divide, posso, com toda a minha força, atacar uma fração da sua. Ai gozarei de superioridade numérica. Assim, com muitos contra poucos, estes ficarão numa situação terrível” – capítuloVI, parágrafo 13

“Se (o inimigo) se preparar na vanguarda, desguarnece a retaguarda; se o fizer na retaguarda, sua frente se enfraquecerá. Se prepara a ala esquerda, na direita poucos ficarão; se o executar na direita, poucos restarão à esquerda. Finalmente, se se preparar em todos os lados, em todos os lados ficará fraco.” – capítulo VI, parágrafo 15

Todas estas palavras acima foram escritas pelo Mestre Sun Tzu, no Século IV antes de Cristo, a respeito da guerra, e, mais do que nunca, tais mensagens continuam atualíssimas, servindo não somente a conflitos bélicos, como também empresariais. Pensando a respeito, podemos entender que os versos anteriores tratam principalmente da concentração do foco em um único objetivo. E foco, para mim, é a palavra que melhor define a Nintendo.

Antes de continuarmos, algumas observações: este texto, como se pode notar, será bem longo, então prepare-se, mas vai valer a pena. Ou não. Outra coisa: não é uma análise jornalística, e sim empresarial. Sou Administrador, por isso tentarei passar aqui um pouco dessa maravilhosa área enquanto escrevo sobre a situação atual da Nintendo e as empresas a ela ligadas de alguma forma. Não desmerecendo a profissão de jornalista. Pelo contrário, se eu soubesse o que jornalistas sabem, pode ter certeza que muitos aspectos da minha vida seriam mais fáceis. Por fim, tal texto foi inspirado em uma matéria publicada no site nintendoblast. Eu ia comentar, mas eu me empolguei tanto lá que resolvi postar por aqui mesmo meu comentário em forma de texto gigante; obviamente, ao fim do texto darei o devido crédito às fontes, inclusive o próprio Nintendo blast.

Falando nisso, tomei a liberdade de transcrever aqui parte da matéria redigida por Filipe Gatti, pois não sei absolutamente nada de francês, a língua original da fonte da matéria.

***

“[sobre Resident Evil: The Darkside Chronicles] No geral não foi tão ruim, mas não podemos mentir, foi abaixo do que esperávamos. Após três semanas (a entrevista foi realizada dia 23 de Dezembro), alcançamos o número de 16 mil unidades vendidas. Percebemos claramente que há um problema nesse estilo de jogo para o Wii, onde os gamers já passaram disso para alguma outra coisa. Há dois anos, Resident Evil: The Umbrella Chronicles fez um tremendo sucesso para o Wii. Então podemos concluir que os usuários deste console mudaram para algo muito mais casual com o passar do tempo. Estamos desapontados.

Resident Evil 4 se saiu bem no Wii, mas isso acabou em 2007, quando o mercado não tinha mais nada para ver do mesmo tipo. O ano que acabou de passar foi bem difícil para o mercado desse gênero, ainda mais com um público gamer hardcore bastante chateado com o console. Já notamos que os jogos para esse público vende cada vez menos para o Wii. Isso aconteceu com MadWorld, Dead Rising: Chop Till You Drop, The House of the Dead: Overkill… os números não foram extraordinários. Comparando com as 140 mil unidades vendidas de Resident Evil 4 para o Wii naquela época, estamos muito, muito longe de ter o mesmo sucesso. É claro que estamos preocupados.

[sobre títulos voltados ao público gamer] Certamente, no Wii, começou a ficar complexo. O que funciona muito bem para o Wii são os títulos voltados ao público mais casual, como Mario & Sonic Olympic Games, New Super Mario Bros. Wii, e todos os outros do gênero. Esses títulos são fortemente suportados, e insisto em dizer, por campanhas de marketing gigantes que atingem esse público.

Monster Hunter se saiu relativamente bem na Europa na sua versão para o PlayStation Portable, mesmo estando anos-luz de distância dos números feitos no Japão, há um claro interesse da Capcom em trazer isso ao Ocidente também. Mesmo o título sendo voltado para quem quiser jogar online, tivemos que fazer adaptações para o público do Wii. Ou seja, é um título que poderá passar muito bem do universo gamer para um público mais casual. Então sim, temos grandes esperanças, mas ainda estamos apenas palpitando que será assim. É difícil você dar um palpite preciso, ainda mais levando em consideração a elasticidade das vendas com uma campanha de marketing para o Wii.”

***

Bom, o que nós podemos ver até aqui é o seguinte: empresas terceirizadas, como Sega e Capcom, não tem mais interesse em lançar jogos adultos para o Wii, para o público dito Hardcore. Olhando o mercado, podemos ver que nem mesmo a Nintendo lança mais jogos tradicionais para seu console, exemplo óbvio é a franquia Mario Kart, que ficou muito mais simples de jogar, perdendo a magia das versões antigas, onde quem dominava o pulo do carrinho e o turbo da derrapada era o rei das pistas. Jogadores casuais não tem tempo, nem disposição, de praticar essa jogada mais “complexa”.

Agora, independente de sentir-mo-nos abandonados pela Nintendo, nós jogadores antigos, eu pergunto: é errada essa postura que ela adotou?

Penso que não. Na época do Lançamento do Nintendo Wii, quando ele ainda se chamava Revolution, a Nintendo passava maus bocados, vinha de uma geração inteira de prejuízos com o Nintendo 64 emendada em uma quase tão ruim com o Nintendo GameCube. Enquanto isso, a Sony dominava o mercado e a Microsoft avançava cada vez mais. Nesta situação, a empresa mãe do Mario (se você não sabe que Mario, é aquele do Super Nintendo! XD) tinha apenas duas alternativas, e poucos recursos para arriscar: ou continuar o que tinha feito e arriscar o fracasso pela terceira geração seguida (o que poderia ser mortal, vide a situação da Sega na época do Dreamcast), ou fazer uma aposta igualmente arriscada: investir em outro mercado, de forma totalmente diferente da já feita, convertendo pessoas “normais” em jogadores.

Sábios que são os administradores da Nintendo, decidiram pela segunda opção e, seguindo as deliberações dos mestres da estratégia (como Sun Tzu, supracitado), ela focou-se totalmente em sua nova aposta, trabalhando duro e obtendo um sucesso sem tamanho. Pessoas que sempre viraram o rosto para mim, e para você também, despresando nosso amor pelos games passaram a jogá-los entusiasticamente também, fora que, para vender seu console, cuja tecnologia (não ruim, longe disso) já era obsoleta, pouco capital precisou ser investido, ou seja, investimento menor + novo mercado = ganhos estratosféricos.

Contudo, “Se prepara a ala esquerda, na direita poucos ficarão”. Foi o que ocorreu. Com atenção total nos novos jogadores, de início casuais, a Nintendo não pôde atender aos jogadores tradicionais, que debandaram para as outras plataformas. E esse fato, estou surpreso, deveria ser óbvio para a Capcom e para a Sega desde o começo. Isso porque, por exemplo, quando a Capcom lançou Resident Evil 4 para o Wii, o console ainda era novidade, e ainda restavam alguns jogadores tradicionais na plataforma. Como era um Remake, as vendas não foram estratosféricas e esse fato enganou a empresa, fazendo-a achar que poderia lançar mais jogos tradicionais no Wii. A Sega padeceu do mesmo mal, e foi lançando jogo em cima de jogo, para um público que não mais estava com o Wii, e tem sofrido prejuízos com isso.

Oh meu Deus, o que será de nós, velhos jogadores?

Resumindo, para sobreviver, a Nintendo teve que abrir mão de muito do que havia conquistado, inclusive de seus jogadores fiéis, que não estão totalmente perdidos, só na geladeira, como eu que, ao ver lançada a nova versão do jogo Legend of Zelda para o Wii (que promete ser um jogo hardcore, com o objetivo de superar até mesmo Ocarina of Time), só então comprarão o console, situação esta que ocorreu com o Nintendo 64 também… o que nos leva a outro ponto passível de discussão. A volta da Nintendo no mercado tradicional.

Provavelmente, salva pelos excelentes resultados financeiros obtidos pela estratégia vitoriosa com o Nintendo Wii, a empresa voltará novamente seus olhos para seus antigos fãs. Hoje, se uma empresa quer lucrar com jogos tradicionais em parceria com a Nintendo, deve desenvolver para o Nintendo DS, não para o Wii.

Porém, o olho gordo dos produtores é muito grande, e de tão gordo, paradoxalmente, a visão é extremamente limitada. Com sua cobiça, eles somam dois fatores na decisão de desenvolver para o Nintendo Wii: o custo reduzido de produção (em comparação com seus concorrentes) mais base instalada enorme e ainda crescendo. Só que a soma destes dois fatores não é grandes vendas, como esperado, no caso de um jogo tradicional. Os produtores se esquecem de que, antes de lançar um produto, deve-se sondar o mercado e ver se ele está preparado para tal. Não adianta nada eu lançar pílulas comestíveis que substituem uma refeição se ninguém quer abrir mão do prazer de um belo almoço.

Ou seja, se querem fazer mais vendas para o Nintendo Wii, os produtores devem investir em jogos mais casuais, pois seu público consumidor ainda é predominantemente formado por novos jogadores, ou mesmo antigos jogadores que não dispõem mais de tempo, ou vontade, ou os dois, para dedicar sessenta horas de sua vida a um único título.

Acho que estou divagando aqui, falei tanto de foco no início e eu mesmo não tenho o necessário para manter a linha. Voltemos ao que interessa, agora falando sobre o futuro da Nintendo, e como ele nos afeta.

Sei lá meu filho, quer que eu faça o quê? Se vira, não é comigo!

Até aqui, entendemos que ela focou-se totalmente nos novos consumidores, e quem não percebeu isso perdeu dinheiro com sua máquina. Vimos que os antigos fãs, eu incluso, e talvez você também, passaram para outros sistemas que melhor atendiam suas expectativas. Esta é basicamente a situação atual. Quanto ao futuro, acho que a evolução natural se dará da seguinte forma: os consumidores, hoje casuais, passarão gradativamente a “hardcores”, sobrando poucos ainda casuais, os quais serão atendidos, mas não de forma prioritária. Aposto que a partir do lançamento do novo jogo da série Legend of Zelda, a Nintendo começará a trazer de volta os antigos fãs, e na nova geração, substituta do Wii, novamente focará seus esforços nos jogadores tradicionais, até por que, se não o fizer, continuará a ver as vendas de seu sistema decaindo.

No final das contas, só veremos o antigo explendor e o peso da marca Nintendo na próxima geração de consoles, sendo que esta, por mais lucrativa que seja, é só uma preparação para a próxima, na minha opinião.

____

O que achou, concordou, discordou, acha que falei de mais e não disse nada, acha que falei tudo? Ou mesmo que falei pouco? Sinta-se intimado a comentar!

Agora, sobre o atraso desta publicação, pode-se dizer que é porque não tive foco, mas vou apenas citar Victor Ireland: Atrasos são temporários, a mediocridade é eterna!

_____

Créditos:

Nintendoblast

Gamekult

Bibliografia: Tzu, Sun; A Arte da Guerra, Editora Martin Claret, São Paulo, 2002.

Anúncios

Square-Enix e sua mensagem de ano novo.

O Homem, a Lenda, o cara que decide!

Yoichi Wada, poderoso chefão da Square-Enix deu uma declaração de ano novo, onde, além de parabenizar a todos pelos resultados e blá blá blá, disse que nesse ano que entra a tendência a seguir pela empresa é o enraizamento, ou seja, ele quer lançar bases em mercados diferentes para o mesmo produto, ou seja, Lançar o jogo do Final Fantasy, o filme do Final Fantasy, o chiclete do Final Fantasy… Exatamente como eles tem feito sempre!

Mas, desta vez, o foco será um maior investimento na área cinematográfica.

Confira as palavras do homem: “No futuro próximo, a taxa de convergência entre os jogos de vídeo e outros conteúdos de entretenimento digital só vai continuar a acelerar”, disse Wada em comunicado. “E por essa razão, vamos fazer do enraizamento no ano de 2010, e seu ambiente de mudança,uma oportunidade para estabelecer uma posição sólida com a qual a liderar a indústria de entretenimento global”.

Sabe, pessoalmente, não quero que a Square-Enix ponha mais os pés no mercado de Filmes, ambas suas tentativas (sim, incluindo o filme do Final Fantasy VII) foram desastrosas para mim. Por favor Square-Enix, faça como a Ubisoft, licencie suas franquias para grandes estúdios (como Warner Bros e Disney) e foque-se no que sabia sabe fazer de melhor: os jogos.

Fonte.

Queda de preço do Xbox 360 nacional

Esta é a dica do Mestre Fabão, via Twitter.

” No dia em que Xbox 360 completa 3 anos no Brasil, MS anuncia redução de preço de R$ 1799 para R$ 1499. Só falta a Live.”

Levando em consideração isso, duvido muito que alguém queira comprar o PS2 nacional da Sony, que custa mais de quatro vezes o valor no mercado americano, por R$ 799,00.

Parabéns, Microsoft, por respeitar seu consumidor, abaixando os preços justamente na época que todos aumentam pra lucrar mais com as vendas de natal.

Que vergonha, Sony, por esnobar seu consumidor, achando que está escrito “idiota”  na testa dele.

Fonte

Linha PlayStation finalmente no Brasil

 

Muito obrigado por nada!

Extra Extra!

A Sony começou a vender hoje em sua loja online, de supetão, jogos de ps2, ps3 e o console Playstation 2, agora fabricado na Zona franca de Manaus! Ou seja, a linha PlayStation desembarcou definitivamente no Brasil.

Que maravilha. Ou não.

Acontece que, mesmo fabricando o console aqui, ele está muito caro. O PlayStation 2, console com seus dez aninhos de vida, é vendido a R$ 799,00. Coloque mais R$ 1.000,00 e você leva um Xbox 360 nacional completão, com cabo hdmi, dois jogos, entre outros. Ou seja, um console novo, que regularmente recebe lançamentos, eu acho que é uma escolha muito melhor.

Quero só ver quanto a Sony vai cobrar pelo PlayStation 3 quando lançar ele oficialmente por aqui, já que por enquanto, só lança seus jogos. Falando nisso, o lançamento é o seguinte: jogos de PS3, PS2 e o próprio PS 2. Nada de vender o PSP (nem o normal nem o Go) e seus jogos, nada de vender o Ps3 (sequer a versão slim).

Isso me deixa indignado, e mais ainda me deixa a lista dos jogos vendidos aqui: tudo jogo velho, provavelmente encalhado. Pro PS2, não tem o segundo God of War. Pro PS3, bem, NÃO TEM METAL GEAR SOLID! NEM PARA O PS2. Que absurdo!

Outra coisa que me chateou foi que o Brasil é o país do futebol, e, cadê de lançar um título da pelota redonda para qualquer dos consoles?

Pensamento do Marketing da Sony Brasil: “Bola? O Brasil gosta de esportes com bola? Então vamos lançar jogos de Baseball!”

Ah, pro inferno…

Perdão a indignação. Acontece que sou aficcionado por games, admiro a empresa Sony desde sua fundação (sim, eu li até os livros de seu fundador, Akio Morita), e amo o Marketing (sou Administrador profissional), e não consigo conceber como essas três coisas que tanto amo, aqui no Brasil, misturadas, deram merda!

Como dizia meu antigo supervisor quando eu errava por falta de capricho: Lamentável.

Pra terminar, vale comentar que os lançamentos de jogos para cada um dos consoles está com preço muito maior do que devia, mais caros que alguns de Xbox 360, os do PS2, e tão caros quando importados nas lojas os do PS3. Vale mais a pena importar os próprios títulos pela Amazon, Play Asia, sei lá.

Me recuso a acreditar que esse é o lançamento da Sony no Brasil que esperei por tantos anos. Me recuso até a acreditar que uma burrada destas venha da própria Sony, tão boa em (quase, esta é a exceção) tudo que faz.

Pelo menos deixaram Litle Big Planet e Uncharted na lista do PS3…

Será que o pessoal de Marketing da Sony Brasil realmente joga vídeo game, ou acha que é coisa de criança? Fica a pergunta.

Veja aqui a lista completa dos jogos lançados.

 

Ico e Shadow of The Colossus – talvez – no PS3.

Colossi

Fumito Ueda, o criador dos clássicos artísticos Ico e Shadow of The Colossus, revelou durante a Tokyo Game Show que está considerando seriamente a possibilidade de portar os títulos supracitados, que só foram lançados para PlayStation 2, para o terceiro membro da família de consoles de mesa da Sony, da mesma forma que será feito com God of War I & II.

Dada a popularidade alcançada pelo STC, não acho que seria uma má idéia a Sony investir nisso, assim como o Sr. Ueda.

Vamos torcer.

Se bem que eu gostaria disso só pra jogar Ico, que ainda não joguei… não teria saco pra jogar de novo Shadow of The Colossus, afinal não tem graça jogar de novo sabendo como se derrubam os Colossi…

Unreal Engine 4 – Epic pensando no futuro.

epic_games

Uma coisa que tem facilitado o trabalho de muitas empresas no ramo dos games são as Engines prontas, sistemas desenvolvidos por outras empresas e então licenciados para a produção de qualquer tipo de jogo, no caso das melhores.

Uma empresa que tem se destacado muito nesse aspecto é a Epic, desenvolvedora das Unreal Engines, extremamente versáteis e completas, com as quais foram feitos jogos como Gears of War, The Last Remant e Batman: Arkhan Asylum.

Pois bem, ainda falta muito para esta geração de consoles chegar ao fim, mas, mesmo assim, a próxima geração da Unreal Engine, qual seja a 4ª, já está em produção, revelou a Epic em entrevista durante a Tokyo Game Show, em pronunciamento de seu presidente, Michael Capps.

Isso aí, um olho no peixe e outro no gato! No caso, um olho no presente, outro no futuro!

Falando em futuro, pode escrever, ano que vem estarei passeando em Tokyo nesta época, que por acaso, é a mesma da Tokyo Game Show!

Não faço idéia de como farei isso, só que farei.

Beijo-me-liga.

PlayStation Slim vendendo muito bem, obrigado.

ps3-slimAo contrário do que parecia a princípio (e que eu notíciei aqui), o lançamento do PlayStation 3 em versão Slim, sobretudo no Japão, foi sim um enorme sucesso.

Em três dias de lançamento na Terra do Sol Nascente, foram vendidas mais de 150.000 unidades, um aumento de 1.500 % ante as vendas da semana anterior.

Situação essa semelhante ao que ocorreu no Reino Unido, onde as vendas foram 1.000 % superiores ao mesmo período da semana anterior.

Se bem que eu acho que na semana anterior não venderam nada pois o povo estava esperando pra comprar o novo modelo mais barato, então não é muito inteligente usar a semana anterior como referência, mas…

De toda forma, esse é um passo importante para a Sony e para seus parceiros comerciais, como a Square-Enix, que acredita que as vendas de seus títulos (leia-se Final Fantasy) sejam influenciadas positivamente por isso.

O lema na empresa do Sr. Kutaragi deve ser “Rumo ao segundo lugar, morra Microsoft, morra!”.